Qual a tecnologia por trás do hoverboard da Lexus?
Lá no dia 25 de Junho deste ano, a Lexus divulgou os
resultados do seu trabalho: Um ‘skate voador’ que, superficialmente falando,
utiliza imãs carregados de energia elétrica como meio para levitação.
É um tecnologia já conhecida por nós, afinal, a ação dos
imãs é chamada de Levitação Quântica. A flutuação do skate da Lexus só é
possível graças à essa tecnologia. Mas na prática, como é feita essa
experiência?
A superfície do hoverboard é composta por pequenas películas
de cristais de safiras que foram revestidas por um supercondutor. Essas
películas de cristais também são compostas por películas de ouro. Todo esse
composto é envolto de um plástico adequado e é mergulhado em um tanque contendo
nitrogênio líquido.
A superfície inferior do hoverboard se torna o supercondutor
e se movimenta de acordo com o fluxo eletromagnético liberado pelo campo
magnético. Pela ciência, isso só é possível porque o campo magnético penetra no
supercondutor (skate) na forma de fluxos de tubos quânticos, que penetram no
objeto. Essa atração liberada tem de ser forte o suficiente para manter o skate
no ar quando o mesmo suporta uma determina carga.
Para construir uma via de 1Km para estes equipamentos, é
calculado um investimento de entorno de US$6 mil ou mais, um vez que é preciso
ter um gerador eletromagnético e cabos fortes o suficiente para transmitir a
força necessária. No Brasil, a tecnologia tende a ser considera de outro nível,
afinal, não são populares projetos que utilizam esse tipo de material, o que
dificultaria na construção do projeto.
Mas os ímãs não estão no skate da Lexus? Se estão, por que
ele precisaria dessa via especial? Sim, os ímãs estão no equipamento, mas o
processo que mantem o hoverboard no ar é justamente a via em que ele precisa
ser condicionado, pois é nela que sairá a força que será sugada pelos ímãs e
dará o resultado da Levitação Quântica.
Outro tópico que dificultaria a viabilização da levitação do
skate é a necessidade de manter os ímãs frios e fortes, uma vez que a cápsula
de nitrogênio líquido se desgasta por causa do movimento da força da flutuação.
Esse resfriamento pode custar caro ao consumidor já que o processo não pode ser
feito caseiramente, mesmo que o processo de fabricação do composto seja feito
corretamente.
A Lexus afirma que o projeto está ativo há mais de 18 meses. Porém, como o carro que precisa de combustível (ou energia no
caso dos elétricos) você precisa abastecer seu hoverboard e esse processo está
longe de ser de fácil acesso ao ponto de uma pessoa comum manter o aparelho
como um hobby ou item raro.
Como divulgado pela empresa, o hoverboard não estará disponível para venda.
Como divulgado pela empresa, o hoverboard não estará disponível para venda.



